Você já ouvir falar sobre Autorresponsabilidade?

 Por Rachel Pereira

Autorresponsabilidade.

Este é um conceito defendido pelo autor PhD Paulo Vieira que já impactou 20 milhões de pessoas, e é autor do livro O Poder da Autorresponsabilidade, na qual falaremos um pouquinho hoje.

A autorresponsabilidade foi uma transformação em minha vida. Nada continuou igual depois que eu a conheci.

Ser autorresponsável é ter consciência e comprometimento de que você, apenas você, é dono de seu destino, de seus sentimentos, de seus relacionamentos e seus resultados.

Porém, existem pessoas que tentam responsabilizar as outras por tudo que tiveram e por tudo que não tiveram até então. Você até pode seguir esse caminho, mas ainda sim você, apenas você continuará sendo o capitão do seu barco, da sua empresa e de seu destino.

E lembre-se, a questão não é se você é ou não autorresponsável. Não é tão simples assim.

Foque em desenvolver sua autorresponsabilidade e em aprimorá-la todos os dias.

E não apenas em determinar se você a tem ou não. Isso é muito pouco e muito raso.

Mas afinal, o que é autorrresponsabilidade na prática?

De forma resumida, ser autorresponsável é você extrair o seu melhor em qualquer tipo de situação, por mais desafiadora que ela seja.

Ou seja, a autorresponsabilidade é um processo diário e constante. Ela se potencializa ao longo dos dias, meses e anos…

Mas chega de idealizar e vamos por a mão na massa?

Para te potencializar na prática, basta seguir as LEIS desse processo transformador. Elas são simples, mas bastante radicais e efetivas:

 

1ª LEI: Calar-se em vez de criticar

Eu não sei você, mas em momentos de ira ou de fortes emoções é possível que o ser humano se entregue a fazer “críticas construtivas” ao outro.  Ou mesmo em momentos mais calmos, pode ser que a pessoa realmente acredite que através de suas críticas esteja ajudando outra pessoa.

Porém, as críticas não ajudam ninguém e isso não é só uma ideia defendida apenas pelo doutor Paulo Vieira, mas também pelo autor Dale Carnegie no livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”.

Quando paramos de criticar damos espaço para o silêncio e o este dá espaço para o outro encontrar a resposta por conta própria sobre o que precisa ser feito.

O silêncio também é uma forma de respeito ao próximo. E, se você realmente quiser ajudá-lo, pode apenas fazer perguntas em como ele gostaria de resolver aquilo, ou então qual a seria a solução ideal, ou até o que ele precisa fazer para essa situação mudar para melhor.

Dê ao outro o tempo e a oportunidade de resolver ou de melhorar o que precisa ser desenvolvido por ele.

 

2º LEI: Dar sugestão em vez de reclamar

Se você realmente precisa dizer algo ao outro, dê uma solução ou ideia para sua melhoria.

Reclamar é muito fácil, é uma zona de conforto tremenda que não trás nenhuma melhoria.

Reclamar é uma tentação para fugir da autorresponsabilidade. A reclamação pode ser prazerosa em curto prazo, mas te limita a comunicar e pensar sobre as soluções que podem ser implementadas.

“Os vitoriosos não perdem tempo reclamando e focando no problema, eles focam na solução e as possibilidades” (Paulo Vieira).

Por isso, chega de reclamar. E se você tem bastante costume em praticar isso, atente-se pois pode ser um vício comportamental muito perigoso que acaba contaminando também outras pessoas a sua volta.

Ao invés disso, desenvolva seu raciocínio e sua comunicação: foque na solução, nas melhorias e resultados.

 

3ª LEI: Buscar a solução em vez de buscar culpados

Mas uma vez temos outra tentação a nossa disposição.

Já pensou o quanto seria rico se toda família, grupo de amigos e até no trabalho se toda essa gente focasse na solução e não nas críticas, reclamações ou culpados? Seria incrível, concorda?!

Para resolver várias das questões em nossas vidas, é preciso muitas vezes, abrir mão do vitimíssimo, do medo, dos culpados e das críticas.

Ser autorresponsável é assumir que todos os seus resultados estão em suas mãos. O que você sente, o que você faz e o que você tem, é de extrema responsabilidade sua.

Coloque a mão na massa. Resolva o que precisa ser resolvido.

Focar nos culpados apenas instiga seu sofrimento sobre aquilo que precisa ser sanado.

Pois o que eu não soluciono hoje acaba sendo a demanda do dia seguinte, do mês seguinte ou até dos anos seguintes.

Postergar a solução é aceitar viver da forma em que se vive. É aceitar e declarar que os resultados que tenho hoje são os mesmo que eu quero ter amanhã.

 

4ª LEI: Fazer-se de vencedor em vez de vitimizar-se

A autovitimização pode ser um vício comportamental muito sério. O qual as pessoas encontram nessas circunstâncias o carinho e a atenção que vivem almejando.

Mas você já parou para pensar o quanto isso pode estar atrasando sua vida e o quanto tem limitado seus resultados?

Nossa comunicação guia nossos pensamentos e estes guiam nossos sentimentos. Ou seja, ao se fazer de vítima você apenas estará fomentado sentimentos ruins dentro de você, e pessoas com sentimentos ruins sobre si mesmas não conseguem ser tudo aquilo que poderiam ser, em seu grande potencial.

E também considere que em longo a prazo, as pessoas não conseguem construir um relacionamento saudável e produtivo com pessoas que se enxergam como vitimas, mas sim com pessoas que se sentem e se enxergam vencedoras!

 

5ª LEI: Aprender com os erros em vez de justificá-los

Segundo o autor, o erro é uma parte integrante do processo de aprendizagem, e como ele mesmo diz “não existem erros, apenas resultados”.

Essa frase pode ser o grande diferencial, pois prender-se aos seus resultados como um erro, apenas aumenta a ansiedade e estresse perante a situação. E você mesmo acaba se bloqueando para enxergar possíveis aprendizados com esse resultado.

Justificar seus erros é não se autorresponsabilizar pelos resultados. E ao fazer isso, você estará adiando seu aprendizado e também o seu sucesso.

Por fim, temos a sexta e última lei…

 

6ª LEI: Julgar as atitudes, e não as pessoas

As pessoas são falhas, isso é um fato, concorda? Assim como alguém falhou com você hoje, amanhã você poderá falhar com outra pessoa.

Por isso, ao identificar a falha de alguém em algum aprendizado em processo, assuma sua autorresponsabilidade, seu lado humilde e humano.

Se for para julgar, se é preciso dar algum tipo de feedback, que ele seja focado na ação que a pessoa realizou e não em sua integridade e identidade.

Não temos o direito de condenar o que o outro é ou deixa de ser, isso pode limitá-lo para ser melhor do que hoje. Ao contrário disso, foque em explicar quais as atitudes do outro não lhe fizeram bem, ao invés de partir para uma agressão e radicalidade do que aquela pessoa é ou deixa de ser.

 

Qual o primeiro passo agora?

Eu te desafio a aplicar, pelo menos uma lei dessas por dia.

Você entenderá na prática o que é ter autorresponsabilidade, e de bônus eu te garanto que você potencializará sua Inteligência Emocional perante qualquer situação!

Determine-se! 

Desafie-se a ser a sua melhor versão a cada dia!

Já pensou o quanto seria extraordinário se essas leis estivem presentem em sua vida pessoal e em seu ambiente de trabalho?  Quantos relacionamentos seriam impactados de forma positiva? E ainda com alta produtividade!

 

Vamos para o desafio!

Aplique isso em sua vida, em sua casa e em seu trabalho e depois nos conte como foi! 😉

#Book #PoderDaAutorresponsabilidade #InteligênciaEmocional #DesafioNectarina #Transformação #Resultados

Clique aqui e conheça mais sobre a nossa agência!

Posts recentes

Deixe um comentário